Lucas Ribeiro tem 49% e pode vencer no 1º turno na Paraíba, diz Quaest

Lucas Ribeiro (PP) aparece com 49% das intenções de voto na disputa pelo Governo da Paraíba, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira, 22 de setembro. O governador e candidato à reeleição lidera o cenário estimulado, no qual os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados.
Efraim Filho (PL) aparece em seguida, com 16% das intenções de voto, enquanto Cícero Lucena (MDB) registra 15%. A diferença entre os dois candidatos está dentro da margem de erro de três pontos percentuais, caracterizando empate técnico no segundo lugar.
Pedro Coutinho (DC) aparece com 1%. Camilo Duarte (PCO) e Yuri Ezequiel (UP) não alcançaram 1% das intenções de voto no levantamento. Brancos, nulos e eleitores que declararam que não pretendem votar somam 7%, enquanto 12% permanecem indecisos.
Em comparação com a rodada anterior da Quaest, divulgada em agosto, Lucas Ribeiro passou de 38% para 49%. No mesmo período, Efraim Filho oscilou de 18% para 16%, enquanto Cícero Lucena passou de 19% para 15%.
A pesquisa também mediu cenários de segundo turno. Em uma eventual disputa entre Lucas Ribeiro e Cícero Lucena, o governador aparece com 54%, contra 25% do ex-prefeito de João Pessoa. Já no confronto entre Ribeiro e Efraim Filho, o resultado apontado é de 56% a 24%.
Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Lucas Ribeiro aparece com 37%, seguido por Efraim Filho, com 10%, e Cícero Lucena, com 7%. O percentual de eleitores indecisos nesse formato caiu de 57% em agosto para 42% no levantamento atual.
A Quaest entrevistou 804 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 18 e 21 de setembro de 2026. A margem de erro máxima é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pelas TVs Cabo Branco e Paraíba e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob os números PB-01325/2026 e BR-09990/2026.
Os números representam as intenções de voto declaradas pelos entrevistados no período da coleta e podem sofrer alterações até a eleição.