Rayssa Furlan tem 28%, Randolfe 20% e Lucas Barreto 19% para o senado no Amapá, diz Quaest

A disputa pelas duas vagas do Amapá no Senado apresenta Rayssa Furlan (Podemos) na liderança, com 28% das intenções de voto, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta semana. Randolfe Rodrigues (PT) aparece com 20%, enquanto Lucas Barreto (PSD) registra 19%.
Alliny Serrão (União Brasil) aparece na sequência, com 11%, seguida por Acácio Favacho (MDB), que soma 9%. João Capiberibe (PSB) registra 2%, enquanto Joenilda Lenzi (DC) e Uzian Machado (DC) têm 1% cada. Hélio Silva (PCO) não pontuou.
Considerando a margem de erro de três pontos percentuais, Randolfe Rodrigues e Lucas Barreto aparecem em situação de empate técnico. A diferença entre os dois é de apenas um ponto percentual.
O levantamento considera a combinação das escolhas dos eleitores para as duas cadeiras que estarão em disputa no Amapá em 2026. Cada eleitor poderá escolher dois candidatos diferentes para o Senado.
Além dos percentuais atribuídos aos candidatos, 5% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar em branco, nulo ou não comparecer às urnas. Outros 4% não souberam ou não quiseram indicar uma escolha.
Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Rayssa Furlan aparece com 20%, Lucas Barreto com 14% e Randolfe Rodrigues com 12%. Nesse cenário, 34% dos eleitores não souberam indicar espontaneamente um candidato.
O levantamento também perguntou aos entrevistados sobre a definição do voto. Segundo os dados divulgados, 71% afirmaram que a escolha já é definitiva, enquanto 28% disseram que ainda podem mudar de candidato até a eleição.
A Quaest entrevistou 804 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de setembro de 2026. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela Rede Amazônica e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número AP-02117/2026.
Os números representam as intenções de voto declaradas pelos entrevistados durante o período da coleta e podem sofrer alterações até a eleição.