
Quem acompanha as mídias sociais tem percebido a atuação do deputado Aécio Neves na articulação e ação oposicionista racional, objetiva e sem abuso de adjetivos, através de textos de qualidade. O deputado é dos mais experientes homens públicos do Brasil. Parlamentar relevante nas duas casas do Congresso, presidiu a Câmara na consolidação da abertura democrática, exerceu dois mandatos eficientes como governador de Minas Gerais, tendo ainda feito seu sucessor. Como ocorre com os que se destacam, Aécio foi alvo de ardilosa campanha daqueles que temiam e temem sua presença no quadro estadual e nacional, pois perdeu a eleição presidencial de 2014 por muito pouco. Hoje, sabe-se que parte dos aliados mais à esquerda fez corpo mole ou aderiu a campanha do PT.
Aécio tem o pensamento afinado com a maioria silenciosa dos brasileiros de formação moderada no trato da política, com ênfase em agregar e dialogar, grupo hoje cansado desta radicalização entre duas propostas que não atendem ao interesse nacional de ordem e progresso. É natural que, no grupo oposicionista, tenham aqueles que preferem em nível estadual ou nacional outros nomes que não o seu. Mas inconcebível e lamentável é o atirar pedras de aloprados que querem ter o monopólio da oposição, o que neste momento pode parecer mais um serviço prestado ao lulapetismo que infelicita a nação.
As pessoas do centro democrático, geralmente que trabalham e produzem, precisam estar alertas a este trabalho irresponsável. Neste momento, o político mineiro não disputa nada que não seja a defesa da democracia, da liberdade econômica e do bom senso, enquanto o guru dos radicais, o ex-presidente Bolsonaro, só pensa em eleger filhos, irmão e a mulher.
São muitos os brasileiros que sofrem com o atual estado das coisas. E não apenas aqueles que estão nos embates nem sempre ditados pelo equilíbrio. Precisamos de união e não de divisão. Temos de agregar todos
os que não se conformam com o estado das coisas que teve origem justamente nas trapalhadas daqueles que hoje chegam ao absurdo de jogarem potências estrangeiras (os EUA) contra o Brasil, favorecendo no
campo interno aqueles que deveriam de combater com inteligência.
Aécio e outros políticos de relevância, inclusive os constrangidos correligionários do ex-presidente, precisam se unir e afastar aqueles que ensandecidos querem botar fogo no país. Bolsonaro preso quer ser chefe político, mas não passa de chefe de família.
Afinal, não se trata de exaltar ou criticar este ou aquele, mas sim combater um governo que não atende ao interesse nacional na opinião de parcela significativa da população, senão maioria.