
Durante o lançamento do Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente (ITMI), o primeiro hospital inteligente do Brasil, Dilma Rousseff, atual presidente do Banco dos BRICS (NDB), protagonizou uma gafe que rapidamente viralizou. Ao mencionar o valor de US$ 320 milhões para o financiamento do hospital, a ex-presidente fez a conversão de forma errada, afirmando que, com o dólar a R$ 5, o valor chegaria a “900 milhões, 1 bilhão de reais”. O erro de multiplicação não passou despercebido, especialmente considerando que Dilma ocupa uma posição de alta responsabilidade à frente de um banco internacional que lida com bilhões de dólares.
Embora o erro de cálculo tenha chamado atenção, o projeto do ITMI continua sendo uma promessa para o futuro da saúde no Brasil. O hospital, com investimentos totais de R$ 1,9 bilhão, será um marco na medicina digital, oferecendo 800 leitos, 25 salas cirúrgicas e capacidade para realizar 27 mil cirurgias anuais. O ITMI utilizará inteligência artificial, telemedicina e tecnologias inovadoras para oferecer atendimento especializado em urgência, emergência, terapia intensiva e neurologia.
O financiamento do projeto vem do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), com aportes do governo federal e do governo de São Paulo. Com inauguração prevista para 2029, o ITMI será uma referência nacional, com foco na modernização do sistema de saúde e ampliação do acesso à medicina de ponta. O projeto é também um modelo para os países do BRICS, destacando o papel do Brasil na inovação em saúde.
Apesar da falha de Dilma no cálculo, a iniciativa continua sendo um passo importante para o Brasil, que se posiciona como líder no uso de tecnologias para a saúde. A gafe, contudo, reacendeu discussões sobre a capacidade de liderança da ex-presidente, especialmente à frente de um banco que gerencia recursos bilionários, levantando questionamentos sobre sua lucidez e precisão nos momentos mais críticos.