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Empresas do ministro do Turismo de Lula devem ao menos R$ 3 milhões ao poder público

Por Brasil no Centro Publicado em 23 de janeiro de 2026 às 11:08 2 min de leitura
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Empresas do ministro do Turismo de Lula devem ao menos R$ 3 milhões ao poder público


O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano (União), se vê no centro de uma polêmica envolvendo grandes dívidas com o poder público. Empresas ligadas a ele, incluindo faculdades e uma construtora, acumulam uma dívida de pelo menos R$ 3 milhões com a União, conforme levantamento da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

A trajetória empresarial de Feliciano tem gerado controvérsias. O ministro, que foi secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico da Paraíba antes de assumir a pasta no governo Lula, está vinculado a empresas que enfrentaram sérias dificuldades financeiras. Entre elas, a Faculdade de Campina Grande e a Faculdade de Ciências e Tecnologia de Natal (Faciten), ambas com passivos milionários, sendo que a primeira ficou suspensa do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) devido à falta de pagamento de parcelas, e a segunda foi descredenciada pelo Ministério da Educação por falhas nos serviços educacionais.

A Unipb, mantida pela família Feliciano, também está inscrita na dívida ativa da União, com débitos principalmente relacionados a questões trabalhistas. Além disso, o ministro também é sócio da GCF Construções e Empreendimentos Imobiliários, uma empresa com passivos significativos com o governo.

Embora o ministro não tenha se manifestado sobre o impacto das dívidas em seu atual cargo, as empresas em questão continuam acumulando sanções, afetando o setor educacional e imobiliário. Feliciano, contudo, segue como uma figura política importante do Centrão, aliado de peso dentro do governo Lula.