Política com conteúdo. Centro com clareza.
terça-feira, 29 de setembro
Assinar
Agora
Medidas de Lula às vésperas da eleição exigem ajuste de R$ 33 bilhões no Orçamento de 2027Trump e Xi anunciam avanço comercial e envio de pandas aos EUA após encontro em WashingtonGreve da Caixa: agências retomam atendimento parcial após decisão do TSTLula tem 39% e Flávio 34% no 1º turno, diz pesquisa QuaestGilmar Mendes cobra investigação sobre precatórios do Banco Master e cita contrato de R$ 427 milhões
Política

Corte da Petrobras não chega ao consumidor e gasolina fica mais cara em fevereiro

Por Brasil no Centro Publicado em 19 de fevereiro de 2026 às 10:47 2 min de leitura
Compartilhar
Corte da Petrobras não chega ao consumidor e gasolina fica mais cara em fevereiro

Os preços dos combustíveis voltaram a subir nos postos na primeira quinzena de fevereiro, mesmo após o anúncio de redução promovido pela Petrobras no fim de janeiro.

Levantamento da Ticket Log, em parceria com a Edenred, aponta que o litro do etanol teve alta média de 2,36%, chegando a R$ 4,77. Já a gasolina registrou aumento de 0,16%, com preço médio de R$ 6,45 por litro.

No dia 26 de janeiro, a Petrobras anunciou corte de R$ 0,14 no valor da gasolina vendida às distribuidoras. Com a medida, o preço médio nas refinarias passou para R$ 2,57 por litro, redução de cerca de 5%. No entanto, a queda não foi integralmente repassada ao consumidor final.

Especialistas apontam que fatores como o aumento das alíquotas do ICMS sobre combustíveis, em vigor desde 1º de janeiro, a entressafra da cana-de-açúcar que reduz a oferta de etanol, além de custos logísticos e diferenças regionais, influenciaram o comportamento dos preços.

Entre as regiões, o Nordeste apresentou os maiores reajustes na primeira metade do mês. O etanol subiu 2,82%, com preço médio de R$ 5,10, enquanto a gasolina avançou 0,62%, chegando a R$ 6,53 por litro.

No acumulado de 2025, os combustíveis registraram alta de 2,3%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Já em janeiro de 2026, enquanto o IPCA avançou 0,33%, a gasolina subiu 2,1% e o etanol, 3,44%, pressionando o grupo de transportes no índice de inflação.