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Presos desde novembro, ex-dirigentes do INSS fecham delação e citam Lulinha e políticos do Centrão

Por Brasil no Centro Publicado em 25 de fevereiro de 2026 às 13:24 2 min de leitura
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Presos desde novembro, ex-dirigentes do INSS fecham delação e citam Lulinha e políticos do Centrão

Dois ex-integrantes do alto escalão do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) avançaram em negociações de delação premiada no âmbito das investigações sobre descontos irregulares aplicados a aposentadorias.

O ex-procurador do INSS Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho e o ex-diretor de Benefícios André Fidelis, presos desde novembro, teriam citado o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, e políticos associados ao Centrão.

Em nota, a defesa de Fábio Luís afirmou que ele não tem relação com fraudes no INSS, não participou de desvios e não recebeu valores ligados ao esquema investigado.

Entre os nomes mencionados nas apurações está o da ex-ministra Flávia Arruda, que nega envolvimento nos fatos.

As investigações integram desdobramentos da Operação Sem Desconto, que apura a concessão de acordos de cooperação técnica e descontos automáticos em benefícios previdenciários. Segundo a Polícia Federal, Virgílio Filho teria recebido R$ 11,9 milhões de empresas ligadas a entidades envolvidas nas fraudes. Já André Fidelis é acusado de receber R$ 3,4 milhões entre 2023 e 2024.

As defesas dos citados negam irregularidades. O espaço segue aberto para manifestações.