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Valdemar indica Tereza Cristina como vice de Flávio e diz que escolha de 2022 foi “erro brutal”

Por Brasil no Centro Publicado em 17 de março de 2026 às 10:56 2 min de leitura
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Valdemar indica Tereza Cristina como vice de Flávio e diz que escolha de 2022 foi “erro brutal”

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto (PL), afirmou que a senadora Tereza Cristina (PP-MS) seria o nome ideal para compor como vice uma eventual candidatura presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em 2026. A declaração foi feita durante entrevista em que o dirigente partidário também revisitou decisões tomadas na última eleição presidencial.

Valdemar disse que a escolha do general Walter Braga Netto como vice na chapa de 2022 foi um equívoco estratégico e classificou a decisão como um “erro brutal”. Segundo ele, a ausência de uma mulher na composição majoritária acabou limitando o alcance eleitoral da candidatura, especialmente junto ao eleitorado feminino.

Ao comentar o cenário para a próxima disputa presidencial, o dirigente afirmou que, embora tenha preferência pessoal por Tereza Cristina, a definição sobre o nome que ocupará a vice caberá ao próprio Flávio Bolsonaro e ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Durante a entrevista, Valdemar também citou o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo-MG), como uma alternativa que poderia agregar eleitoralmente à chapa, sobretudo em um dos maiores colégios eleitorais do país. Ainda assim, reforçou sua avaliação de que uma candidatura feminina poderia ter maior apelo político no cenário atual.

O presidente do PL também destacou diferenças de perfil entre Flávio Bolsonaro e o ex-presidente, apontando que o senador apresenta uma postura mais moderada em comparação com a campanha anterior. A avaliação interna é de que essa característica pode influenciar a estratégia eleitoral da legenda para 2026.

As declarações ocorrem em meio às articulações iniciais para a sucessão presidencial, com partidos e lideranças políticas buscando posicionamento e construção de alianças. A definição de chapas e composições ainda depende de negociações que devem avançar ao longo dos próximos meses.

Valdemar também afirmou que a estratégia eleitoral do partido passa por evitar fragmentação no campo político e defendeu a construção de um cenário que permita uma disputa mais objetiva já no primeiro turno.