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Política

Por Brasil no Centro Publicado em 13 de abril de 2026 às 13:19 2 min de leitura
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🧷 LINHA FINA

📝 MATÉRIA (Brasil no Centro)

A corrida pelo Senado em Mato Grosso do Sul ganhou novos contornos após declarações do senador Flávio Bolsonaro (PL), que indicou o ex-governador Reinaldo Azambuja como nome assegurado do partido para uma das vagas na disputa de 2026. A fala foi feita durante agenda em Campo Grande e acabou evidenciando divergências internas na legenda sobre a definição da segunda candidatura.

Segundo o parlamentar, há um entendimento consolidado dentro do partido de que Azambuja já ocupa uma das posições, enquanto a outra dependerá do desempenho dos pré-candidatos em pesquisas futuras. A declaração ocorre em meio a sinais distintos dentro do próprio PL, já que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) havia mencionado anteriormente o deputado Marcos Pollon como possível candidato ao Senado no estado.

Ao comentar o tema, Flávio afirmou que acordos internos anteriores não teriam sido considerados no posicionamento público do ex-presidente. De acordo com ele, a decisão final sobre a segunda vaga ainda será construída com base em critérios políticos e eleitorais, incluindo pesquisas de intenção de voto. Outros nomes também circulam no cenário, como o ex-deputado Capitão Contar e a vice-prefeita Gianni Nogueira, ampliando o quadro de indefinição.

O episódio reforça o ambiente de disputa interna em partidos que buscam se organizar para as eleições, em um cenário ainda marcado por movimentos fragmentados e negociações em curso. Em meio a esse processo, o PL também trabalha para consolidar alianças estaduais e fortalecer palanques regionais, especialmente em estados estratégicos.

Durante a mesma agenda, Flávio Bolsonaro também foi questionado sobre a composição de sua eventual chapa presidencial e citou a senadora Tereza Cristina (PP) como uma possibilidade, destacando sua atuação no agronegócio e sua experiência política. Apesar do elogio, o senador afirmou que ainda é cedo para definições sobre a vice, indicando que as decisões dependerão do avanço das articulações nacionais.

O cenário em Mato Grosso do Sul reflete um movimento mais amplo da política brasileira, em que alianças e candidaturas seguem em aberto enquanto partidos buscam equilíbrio interno e viabilidade eleitoral em um ambiente ainda marcado por incertezas e disputas por protagonismo.