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Vereador de Manaus cobra prefeitura e concessionária de água por destruição de calçadas

Por Brasil no Centro Publicado em 22 de maio de 2026 às 16:25 2 min de leitura
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Vereador de Manaus cobra prefeitura e concessionária de água por destruição de calçadas

O vereador Rodrigo Guedes (Republicanos) voltou a questionar, nesta sexta-feira (8), a atuação da concessionária Águas de Manaus e da própria Prefeitura de Manaus diante dos prejuízos causados à população por obras mal executadas que danificam calçadas e ruas da capital. Segundo o parlamentar, a situação se arrasta há anos e ainda não recebeu resposta efetiva das autoridades municipais.

Em pronunciamento, Guedes destacou que, apesar de a Prefeitura ter se manifestado publicamente apenas recentemente, o descaso com a infraestrutura é antigo e prejudica moradores de diversos bairros, incluindo Planalto e Conjunto Augusto Montenegro. “Durante toda a gestão, ou seja, cinco anos e quatro meses, a Águas de Manaus está destruindo as ruas e calçadas, e só agora o prefeito Renato Junior vem dizer que isso é inaceitável. A única guerra que a Prefeitura faz com a concessionária é guerra de travesseiro”, afirmou.

O vereador apontou que a notificação da concessionária e a promessa de multas, divulgadas pelo prefeito, não passam de medidas simbólicas e pedem ação concreta. Guedes cobrou fiscalização contínua, reparação imediata das vias afetadas e um plano de prevenção para que problemas semelhantes não voltem a ocorrer. Ele também mencionou a falta de infraestrutura deixada tanto pela concessionária quanto pela gestão municipal em áreas como a rua Claraval, ressaltando o risco que moradores enfrentam com calçadas destruídas e serviços mal executados.

“É preciso responsabilizar a concessionária de forma efetiva e garantir que os cidadãos não continuem pagando pelos erros de gestão e pela omissão do poder público”, concluiu o vereador. A expectativa é que a denúncia de Guedes gere pressão para a execução de medidas efetivas de reparo e controle, em um contexto em que o serviço básico de água e saneamento segue sendo tema sensível na capital amazonense.