Caiado quer filha de Silvio Santos para vice na disputa presidencial

Pré-candidato do PSD destaca “nome forte” de filha de Silvio Santos e mantém pauta voltada à eleição presidencial

Caiado quer filha de Silvio Santos para vice na disputa presidencial

O pré-candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado (PSD-GO), afirmou nesta segunda-feira (1º) que Silvia Abravanel (PSD), filha do apresentador Silvio Santos, é um “nome forte” para integrar sua eventual chapa como vice. O ex-governador de Goiás, porém, destacou que a definição sobre a composição da chapa será discutida em reunião marcada para a próxima semana, sem revelar outros possíveis nomes.

“Sem dúvidas é um nome forte, uma mulher que tem capacidade de falar para milhões de brasileiros, com um programa de televisão, e isso faz com que ela seja uma deputada federal [que será] eleita”, declarou Caiado em entrevista coletiva em Belo Horizonte.

Silvia Abravanel filiou-se ao PSD em março e pretende disputar uma vaga na Câmara dos Deputados. Em nota publicada em suas redes sociais, a pré-candidata afirmou que a declaração de Caiado a surpreendeu, reforçando que seu foco permanece na campanha para deputada federal.

Sobre a possibilidade de Gilberto Kassab (PSD), presidente nacional do partido, compor a vaga de vice, Caiado ressaltou que o dirigente é uma peça central de sua pré-candidatura, mas que outras opções também estão sendo consideradas. A decisão final deve ser tomada nas próximas semanas.

O ex-governador de Goiás também comentou que não tratou, em recente encontro com Romeu Zema (Novo), sobre eventual participação na chapa do ex-governador mineiro. Caiado afirmou que a conversa com Zema teve como foco manter a unidade da direita no primeiro turno, ressaltando que os postulantes adversários do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantêm relação “pacífica e harmoniosa”.

Questionado sobre a operação da Polícia Civil de São Paulo contra a produtora do filme “Dark Horse”, que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Caiado disse que o tema não faz parte de sua “pauta crítica” para a disputa eleitoral.