Política com conteúdo. Centro com clareza.
terça-feira, 29 de setembro
Assinar
Agora
Medidas de Lula às vésperas da eleição exigem ajuste de R$ 33 bilhões no Orçamento de 2027Trump e Xi anunciam avanço comercial e envio de pandas aos EUA após encontro em WashingtonGreve da Caixa: agências retomam atendimento parcial após decisão do TSTLula tem 39% e Flávio 34% no 1º turno, diz pesquisa QuaestGilmar Mendes cobra investigação sobre precatórios do Banco Master e cita contrato de R$ 427 milhões
Política

No G7, Lula afirma que nunca foi esquerdista

Por Brasil no Centro Publicado em 18 de junho de 2026 às 12:58 2 min de leitura
Compartilhar
No G7, Lula afirma que nunca foi esquerdista

Durante participação na cúpula do G7, realizada na França, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que nunca se considerou um político de esquerda. A declaração teria sido feita em uma conversa informal com a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, e com o chanceler alemão Friedrich Merz, segundo áudio registrado pela agência Associated Press.

No diálogo, o presidente comentou sobre o cenário político internacional e afirmou que, em sua avaliação, o mundo não se organiza mais sob divisões ideológicas rígidas. Em tom descontraído, Lula disse que “o mundo não é de esquerda” e defendeu a ideia de um equilíbrio político baseado no centro.

Ao ser questionado sobre a percepção de que teria chegado ao poder com uma agenda tipicamente esquerdista, o presidente negou a classificação e afirmou que nunca se identificou com esse rótulo. Segundo ele, sua trajetória sempre esteve mais ligada à construção de pontes políticas do que a posicionamentos ideológicos fixos.

Lula também relembrou sua atuação como dirigente sindical, destacando relações com entidades trabalhistas de diferentes países europeus ao longo de sua trajetória pública. Em outro momento da conversa, reforçou que sua visão política se aproxima de um “caminho do meio”, conceito que ele já havia utilizado em outras ocasiões.

A participação do Brasil no G7 ocorre como convidado especial. O encontro reúne as principais economias do mundo, como Alemanha, Estados Unidos, França, Reino Unido, Itália, Japão e Canadá, e tem como foco temas globais como economia, tecnologia e segurança internacional.

Nos bastidores do evento, o presidente brasileiro também participou de discussões sobre inteligência artificial, regulação de plataformas digitais e políticas de proteção a menores no ambiente online, além de abordar temas ligados à economia global e desigualdade entre países.