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Política

TSE garante Alex Manente na presidência Nacional do Cidadania

Por Brasil no Centro Publicado em 9 de julho de 2026 às 15:33 2 min de leitura
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TSE garante Alex Manente na presidência Nacional do Cidadania

O deputado federal Alex Manente (Cidadania-SP) retornará à presidência nacional do Cidadania após decisão liminar do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques. A medida restabelece a direção da legenda até a realização das eleições e suspende os efeitos de uma decisão anterior da Justiça do Distrito Federal que havia invalidado a eleição da atual executiva nacional.

Ao analisar o recurso apresentado pelo diretório nacional do partido, o ministro considerou que a indefinição sobre o comando da sigla poderia comprometer o funcionamento interno da legenda justamente no período que antecede as convenções partidárias, responsáveis pela definição de candidaturas e alianças para as eleições deste ano.

Na decisão, Nunes Marques destacou que a ausência de uma direção nacional formalizada criaria insegurança jurídica e poderia dificultar a organização partidária em um momento decisivo do calendário eleitoral.

Outro ponto levado em consideração foi o impacto da medida sobre a federação formada entre Cidadania e PSDB. A manutenção da estrutura administrativa da federação é considerada essencial para garantir o cumprimento das exigências legais relacionadas ao funcionamento dos partidos, incluindo questões ligadas ao Fundo Partidário e ao acesso ao horário gratuito de propaganda eleitoral.

A controvérsia teve início após uma decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios suspender os efeitos das reuniões que resultaram na eleição de Alex Manente para a presidência nacional do partido. A ação foi movida por integrantes de um grupo interno da legenda, que alegaram irregularidades na convocação do congresso nacional responsável pela escolha da nova direção.

Com a liminar do TSE, Alex Manente permanece à frente do Cidadania durante o período eleitoral, garantindo a continuidade da administração partidária até nova deliberação da Justiça sobre o mérito da disputa interna.

A decisão também reduz o risco de instabilidade institucional na federação PSDB-Cidadania em um momento estratégico para a definição das chapas que disputarão as eleições de 2026.