Política com conteúdo. Centro com clareza.
terça-feira, 29 de setembro
Assinar
Agora
Medidas de Lula às vésperas da eleição exigem ajuste de R$ 33 bilhões no Orçamento de 2027Trump e Xi anunciam avanço comercial e envio de pandas aos EUA após encontro em WashingtonGreve da Caixa: agências retomam atendimento parcial após decisão do TSTLula tem 39% e Flávio 34% no 1º turno, diz pesquisa QuaestGilmar Mendes cobra investigação sobre precatórios do Banco Master e cita contrato de R$ 427 milhões
Política

Dino anula emendas de Eduardo Bolsonaro e Ramagem e reafirma que só existe mandato presencial

Por Brasil no Centro Publicado em 4 de dezembro de 2025 às 20:26 2 min de leitura
Compartilhar
Dino anula emendas de Eduardo Bolsonaro e Ramagem e reafirma que só existe mandato presencial

O ministro Flávio Dino, do STF, determinou nesta quinta-feira que o Executivo está proibido de liberar ou executar novas emendas parlamentares dos deputados Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem, ambos fora do país. Em decisão firme, Dino afirmou que não existe mandato legítimo exercido a partir de Miami, Washington, Paris ou qualquer outra capital estrangeira, reforçando que o exercício da função parlamentar exige presença física no Brasil e participação efetiva na vida institucional. Eduardo Bolsonaro não comparece às sessões desde março, período no qual seus assessores custaram mais de R$ 1 milhão aos cofres públicos. Já Ramagem deixou o país após ser condenado a mais de 16 anos de prisão pelo STF por participação na trama golpista de 8 de janeiro. O Supremo já determinou a perda de seus mandatos, mas a Câmara ainda analisa como proceder. A decisão de Dino atende a um pedido do PSOL, que apontou que o Orçamento de 2026 previa cerca de R$ 80 milhões em emendas para os dois parlamentares, apesar de estarem fora do país e afastados das atribuições legislativas. Para o ministro, permitir que deputados fujam da jurisdição brasileira e continuem distribuindo recursos bilionários seria ofensivo à legalidade, à moralidade pública e ao próprio equilíbrio democrático.