Eduardo Riedel tem 49% dos votos e pode vencer no 1˚ turno para o governo do Mato Grosso do Sul, diz pesquisa

Eduardo Riedel (PP) aparece com 49% das intenções de voto na disputa pelo Governo de Mato Grosso do Sul, segundo pesquisa do Instituto Ranking Brasil Inteligência divulgada em 19 de setembro. Fábio Trad (PT) registra 19,5%, enquanto Delcídio do Amaral (PRD) aparece com 11%.
Na sequência do levantamento estimulado estão João Henrique Catan (Novo), com 3%, Renato Gomes (DC), com 2,6%, Jefferson Bezerra (Agir), com 0,4%, Lucien Rezende (PSOL), com 0,2%, e Daniel Lemes (PCO), com 0,1%. Outros 7% dos entrevistados declararam voto branco ou nulo, enquanto 7,2% não souberam responder ou não quiseram informar sua escolha.
O percentual registrado por Riedel fica próximo da metade das intenções de voto no cenário estimulado. De acordo com os números divulgados pelo instituto, a diferença para Fábio Trad é de 29,5 pontos percentuais. A pesquisa anterior do mesmo instituto, divulgada em setembro, registrava Riedel com 48%, Fábio Trad com 20,1% e Delcídio do Amaral com 10%.
No cenário espontâneo, em que os entrevistados não recebem previamente uma lista com os nomes dos candidatos, Riedel aparece com 27% das citações. Fábio Trad registra 12% e Delcídio do Amaral, 6%. Nesse formato, 24% indicaram voto branco ou nulo e 26,6% não souberam ou não responderam.
O levantamento também mediu a rejeição aos candidatos. Eduardo Riedel registra 7%, enquanto Fábio Trad aparece com 11%, Delcídio do Amaral com 9,8%, João Henrique Catan com 10%, Renato Gomes com 9%, Lucien Rezende com 13%, Daniel Lemes com 7,8% e Jefferson Bezerra com 5%.
A pesquisa ouviu 2.000 eleitores com 16 anos ou mais em 30 municípios de Mato Grosso do Sul, entre os dias 14 e 18 de setembro de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os números MS-04287/2026 e BR-06426/2026.
Os números retratam as intenções de voto declaradas pelos entrevistados durante o período da coleta e não constituem resultado eleitoral.