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Nome de Lula em Minas, Pacheco vai para o PSB e PL reage com empresário

Por Brasil no Centro Publicado em 2 de abril de 2026 às 15:27 2 min de leitura
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Nome de Lula em Minas, Pacheco vai para o PSB e PL reage com empresário

A disputa pelo governo de Minas Gerais ganhou novo capítulo com a iminente filiação do senador Rodrigo Pacheco ao PSB. Apontado como nome preferido do presidente para encabeçar o palanque governista no estado, o parlamentar deixa o PSD em meio às articulações que antecedem o fim da janela partidária.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi informado da decisão e vê na mudança um passo estratégico para fortalecer a base aliada em um dos principais colégios eleitorais do país. A avaliação no entorno do Planalto é que Minas terá papel decisivo tanto na eleição estadual quanto na consolidação do projeto presidencial.

Interlocutores de Pacheco afirmam que o PSB ofereceu ambiente político mais estável para eventual candidatura ao governo. Outras legendas chegaram a ser consideradas, mas divergências internas e compromissos regionais já estabelecidos pesaram na escolha.

Embora ainda não tenha oficializado que disputará o Executivo mineiro, o senador sinalizou disposição ao compartilhar manifestações públicas de apoio. Aliados sustentam que a definição deve ocorrer no período das convenções partidárias, mantendo o suspense estratégico.

No campo conservador, o PL se movimentou rapidamente para ocupar espaço no debate estadual. O partido oficializou a filiação do empresário Flávio Roscoe, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais, nome citado por Flávio Bolsonaro (PL) como alternativa para liderar uma candidatura própria.

Roscoe anunciou que deixará o comando da entidade empresarial e declarou estar disponível para o projeto que o partido definir. O PL ainda avalia se lançará chapa própria, se buscará composição ou se apoiará outro nome da direita mineira.

O atual governador Mateus Simões também integra o cenário e deve contar com apoio do campo político ligado a Romeu Zema. Já o senador Cleitinho Azevedo mantém conversas abertas sobre possíveis alianças, ampliando a complexidade do tabuleiro estadual.

Minas volta, assim, ao centro da estratégia nacional. Com histórico de influenciar o resultado presidencial, o estado se consolida como peça-chave para quem pretende disputar o Planalto ou oferecer alternativa ao atual governo. Em meio a rearranjos partidários e disputas internas, a corrida mineira começa a desenhar o equilíbrio de forças que marcará 2026.