Política com conteúdo. Centro com clareza.
terça-feira, 29 de setembro
Assinar
Agora
Medidas de Lula às vésperas da eleição exigem ajuste de R$ 33 bilhões no Orçamento de 2027Trump e Xi anunciam avanço comercial e envio de pandas aos EUA após encontro em WashingtonGreve da Caixa: agências retomam atendimento parcial após decisão do TSTLula tem 39% e Flávio 34% no 1º turno, diz pesquisa QuaestGilmar Mendes cobra investigação sobre precatórios do Banco Master e cita contrato de R$ 427 milhões
Política

Polícia apreende R$ 3 milhões em “Mounjaro do Paraguai” em São Paulo

Por Brasil no Centro Publicado em 26 de janeiro de 2026 às 10:41 2 min de leitura
Compartilhar
Polícia apreende R$ 3 milhões em “Mounjaro do Paraguai” em São Paulo

A Polícia Militar de São Paulo apreendeu uma carga avaliada em cerca de R$ 3 milhões em medicamentos falsificados conhecidos popularmente como “Mounjaro do Paraguai”. A ação ocorreu na madrugada de sexta-feira (24) e resultou na prisão de quatro homens envolvidos no transporte e na comercialização dos produtos ilegais.

De acordo com a PM, o material estava sendo transportado sem qualquer documentação fiscal e incluía canetas injetáveis para emagrecimento, além de outros itens contrabandeados do Paraguai. A mercadoria foi interceptada durante uma abordagem de rotina, quando os policiais identificaram irregularidades no veículo e no conteúdo da carga.

As chamadas “canetas emagrecedoras” falsificadas têm se espalhado pelo mercado ilegal, impulsionadas pela alta procura por medicamentos para controle de peso. O problema, segundo especialistas, vai além da evasão fiscal: o consumo de produtos sem procedência representa um risco direto à saúde, já que não há garantia sobre composição, dosagem ou condições de armazenamento.

A apreensão reforça o crescimento do contrabando de medicamentos no país e expõe a fragilidade da fiscalização nas fronteiras, especialmente em rotas já conhecidas pelo comércio ilegal. Também chama atenção para o uso de redes criminosas que se aproveitam da popularização de tratamentos médicos para lucrar com produtos falsos.

O caso será encaminhado às autoridades competentes para investigação e responsabilização dos envolvidos. Enquanto isso, a polícia alerta a população sobre os perigos de adquirir medicamentos fora dos canais oficiais e sem prescrição médica.