Política com conteúdo. Centro com clareza.
terça-feira, 29 de setembro
Assinar
Agora
Medidas de Lula às vésperas da eleição exigem ajuste de R$ 33 bilhões no Orçamento de 2027Trump e Xi anunciam avanço comercial e envio de pandas aos EUA após encontro em WashingtonGreve da Caixa: agências retomam atendimento parcial após decisão do TSTLula tem 39% e Flávio 34% no 1º turno, diz pesquisa QuaestGilmar Mendes cobra investigação sobre precatórios do Banco Master e cita contrato de R$ 427 milhões
Política

Salvador vai proibir prédios que sombreiem as praias, afirma vereador Carlos Muniz

Por Brasil no Centro Publicado em 17 de dezembro de 2025 às 14:33 2 min de leitura
Compartilhar
Salvador vai proibir prédios que sombreiem as praias, afirma vereador Carlos Muniz

A Câmara Municipal de Salvador avança para impedir a construção de empreendimentos que provoquem sombreamento nas praias da capital baiana. O presidente da Casa, vereador Carlos Muniz, afirmou que a medida é resultado direto do diálogo com a população e de audiências públicas que comprovaram a necessidade de preservar a orla.

Segundo Muniz, ficou claro durante as discussões que qualquer tipo de sombra projetada por prédios sobre as praias é rejeitada pelos moradores e frequentadores da cidade. Para ele, a decisão atende a uma preocupação legítima da sociedade e representa um ganho coletivo para Salvador.

A iniciativa partiu de uma emenda apresentada pelo próprio vereador ao Projeto de Lei nº 424 de 2025. A proposta altera dispositivos da legislação urbanística municipal e estabelece limites para construções na orla, mesmo em um contexto de flexibilização de regras previstas nas normas atuais.

De acordo com Muniz, a construção do texto foi conduzida de forma aberta, com participação direta da sociedade civil. O vereador ressaltou que o envolvimento da população em temas sensíveis fortalece o processo legislativo e contribui para decisões mais equilibradas.

Na avaliação do presidente da Câmara, a proibição do sombreamento nas praias garante não apenas a preservação ambiental e paisagística, mas também o uso democrático dos espaços públicos. Para ele, o consenso construído ao longo do debate mostra que a medida será benéfica para a cidade e para quem vive ou visita Salvador.