Política com conteúdo. Centro com clareza.
terça-feira, 29 de setembro
Assinar
Agora
Medidas de Lula às vésperas da eleição exigem ajuste de R$ 33 bilhões no Orçamento de 2027Trump e Xi anunciam avanço comercial e envio de pandas aos EUA após encontro em WashingtonGreve da Caixa: agências retomam atendimento parcial após decisão do TSTLula tem 39% e Flávio 34% no 1º turno, diz pesquisa QuaestGilmar Mendes cobra investigação sobre precatórios do Banco Master e cita contrato de R$ 427 milhões
Política

STF prepara documentário para marcar os 3 anos dos atos de 8 de janeiro

Por Brasil no Centro Publicado em 3 de janeiro de 2026 às 16:43 2 min de leitura
Compartilhar
STF prepara documentário para marcar os 3 anos dos atos de 8 de janeiro

O Supremo Tribunal Federal organiza, na próxima quinta-feira, em Brasília, uma programação especial para marcar os três anos dos atos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas durante uma tentativa de ruptura institucional.

O evento, batizado de “Democracia Inabalada: 8 de janeiro – Um dia para não esquecer”, terá início às 14h30 e reunirá exposição, lançamento de documentário e debates com jornalistas e especialistas. A iniciativa faz parte do esforço do STF de preservar a memória do episódio e reforçar o compromisso institucional com a ordem democrática.

A programação começa com a abertura da exposição “8 de janeiro: mãos da reconstrução”, no Espaço do Servidor, que reúne registros do processo de recuperação do prédio do Supremo após os ataques. Na sequência, será exibido o documentário “Democracia Inabalada: mãos da reconstrução”, produzido pelo próprio tribunal, no Museu do STF.

O cronograma inclui ainda uma roda de conversa com profissionais da imprensa sobre o papel da informação e da narrativa pública em momentos de crise democrática, além de uma mesa-redonda no Salão Nobre do Supremo, dedicada à reflexão institucional sobre o episódio.

No evento realizado no ano passado, o ministro Edson Fachin destacou que os ataques não foram um fato isolado, mas a manifestação visível de articulações mais profundas contra o Estado Democrático de Direito. Para o magistrado, relembrar o 8 de janeiro não é apenas um gesto simbólico, mas um compromisso com a história e com a prevenção de novas ameaças.

Ao investir em um documentário e em ações de memória, o STF sinaliza que pretende manter o episódio como referência permanente no debate público, reforçando a narrativa de que a democracia exige vigilância constante e responsabilidade institucional.