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Teresa Leitão desponta como favorita para suceder Wagner na liderança do governo no Senado

Por Brasil no Centro Publicado em 25 de junho de 2026 às 13:26 2 min de leitura
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Teresa Leitão desponta como favorita para suceder Wagner na liderança do governo no Senado

Nos bastidores do Palácio do Planalto, ganha força a avaliação de que a senadora Teresa Leitão (PT-PE) deve ser a principal escolha para assumir a liderança do governo no Senado após a saída de Jaques Wagner (PT-BA). A movimentação ocorre em meio à reorganização da base governista na Casa e às discussões sobre o novo desenho político da articulação do Executivo no Congresso.

A mudança foi aberta após o anúncio de Jaques Wagner (PT-BA), que comunicou em acordo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que deixará a função de líder do governo no Senado. O senador alegou que pretende se dedicar a questões pessoais e à própria defesa, em meio a desdobramentos relacionados a investigações recentes que envolvem seu nome.

Com a abertura da vaga, diferentes nomes passaram a ser analisados dentro do governo. Entre eles, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que já exerce papel central na articulação da base no Senado, chegou a ser apontado como um dos principais cotados para a função. No entanto, a avaliação predominante no Planalto é de que sua permanência na presidência da Comissão de Constituição e Justiça é considerada estratégica para o governo.

Outro nome que circulou nas discussões internas foi o do senador Camilo Santana (PT-CE), além de alternativas que incluíam a possibilidade de uma articulação com parlamentares de partidos de centro, como forma de ampliar a interlocução política com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

Apesar dessas alternativas, a tendência que se consolidou nos últimos dias aponta para a escolha de Teresa Leitão (PT-PE), vista como uma liderança com perfil de articulação dentro da base governista e alinhamento com as pautas prioritárias do Executivo no Senado.

Aliados do governo avaliam que, com a proximidade do calendário eleitoral, o Planalto busca preservar a estabilidade da base no Congresso e garantir controle sobre a tramitação de projetos considerados estratégicos. Entre eles estão temas de impacto econômico e social que seguem em discussão na Casa.