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Eduardo Paes rebate críticas, garante Palco Gospel no Réveillon e diz que “Copacabana é de todos”

Por Brasil no Centro Publicado em 31 de dezembro de 2025 às 00:08 2 min de leitura
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Eduardo Paes rebate críticas, garante Palco Gospel no Réveillon e diz que “Copacabana é de todos”

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), entrou no debate sobre o Palco Gospel do Réveillon 2026 em Copacabana e reagiu às críticas feitas por representantes de outras religiões. Nas redes sociais, Paes afirmou que a festa não tem dono e classificou as reações como preconceito.

Segundo o prefeito, a orla precisa acolher todos os públicos e estilos. Ele defendeu que a música gospel tenha espaço na programação, ao lado de outros ritmos, e disse que o público cristão também tem direito a celebrar a virada do ano.

O Palco Gospel, também chamado de Palco Leme, integra o conjunto de 13 estruturas previstas para o Réveillon espalhadas pela cidade, quatro delas na Zona Sul. A programação do palco evangélico está prevista para começar às 19h, com atrações como DJ Marcelo Araújo, Midian Lima, Samuel Messias, Thalles Roberto e o Grupo Marcados.

A polêmica não é nova. Desde a estreia do palco, no ano anterior, o tema provoca reações de segmentos religiosos que questionam a presença do gospel na programação oficial. Em 2025, o debate voltou a ganhar força em meio a gestos do prefeito que foram interpretados por críticos como uma aproximação com o eleitorado evangélico.

Entre os episódios citados está a inauguração do primeiro batistério público da cidade, em área ligada à origem da Igreja Universal do Reino de Deus. Também houve questionamentos formais: o Centro de Articulação de Populações Marginalizadas apresentou representação ao Ministério Público Federal, alegando favorecimento desproporcional a um segmento religioso.

Paes, por sua vez, sustenta que a proposta é garantir pluralidade cultural e religiosa no maior evento público da cidade, reforçando que a celebração em Copacabana deve refletir a diversidade do Rio.