75% dos feminicídios no DF tinham antecedentes; Paula Belmonte critica falta de prevenção

Deputada destaca falhas no sistema de proteção às mulheres e defende urgência em medidas de prevenção e monitoramento de agressores no Distrito Federal

75% dos feminicídios no DF tinham antecedentes; Paula Belmonte critica falta de prevenção

A deputada Paula Belmonte (PSDB-DF) criticou a falta de prevenção e de ações eficazes de monitoramento de agressores no Distrito Federal, após a divulgação de dados que revelam que 75% dos autores de feminicídios no DF já tinham antecedentes criminais. Para a parlamentar, esses números demonstram uma grave falha do sistema de segurança e justiça, que não tem conseguido proteger adequadamente as mulheres.

Em sua declaração, Paula afirmou que o feminicídio não deve ser tratado apenas como tragédia isolada, mas como falha do sistema de justiça e da segurança pública. A deputada também ressaltou que, para prevenir futuras tragédias, é necessário que o governo federal e o governo local tratem o tema com prioridade, focando na proteção das vítimas e no monitoramento eficaz dos agressores.

Segundo Paula, a falta de ação do Estado e o não cumprimento das medidas protetivas são fatores que contribuem diretamente para o aumento dos feminicídios e da violência contra a mulher. Ela destacou a importância de políticas públicas eficazes de prevenção, informação sobre os direitos das mulheres e a garantia de que os agressores sejam monitorados de perto.

A deputada também alertou que o desrespeito às leis e a falta de uma abordagem coordenada por parte das autoridades contribuem para que os agressores permaneçam impunes, aumentando o risco para as vítimas e suas famílias. Para Paula Belmonte, a proteção das mulheres precisa ser priorizada nas agendas do governo, e a sociedade deve exigir que o governo atue de forma efetiva para garantir a segurança das mulheres em todo o DF.

A crítica da deputada vem em um contexto onde o número de feminicídios e violência doméstica continua alto, e os dados revelam que, muitas vezes, as vítimas não foram devidamente protegidas pelas autoridades antes de perderem a vida. Para Paula, informação e ação preventiva são a chave para salvar vidas e evitar que esses crimes continuem acontecendo.

Paula Belmonte segue se posicionando como uma voz ativa na luta pela segurança das mulheres e pelo fim da violência de gênero, um tema que continua urgente no Distrito Federal e no Brasil.