
Uma pesquisa recente sobre a corrida ao Senado em Santa Catarina revela um cenário marcado pela força de nomes ligados ao campo conservador. O levantamento aponta Caroline De Toni e Carlos Bolsonaro, ambos do PL, na dianteira das intenções de voto para as vagas em disputa no estado.
De Toni aparece na liderança com 56,4% das preferências, consolidando seu nome como um dos mais competitivos do pleito. Logo atrás surge Carlos Bolsonaro, com 49,2%, indicando forte penetração eleitoral mesmo fora de sua base original no Rio de Janeiro. O desempenho dos dois sinaliza que o eleitorado catarinense segue majoritariamente inclinado a candidaturas associadas à direita.
Na sequência, o ex-senador Esperidião Amin (PP) registra 33,2%, mantendo-se como um nome relevante e conhecido do eleitorado. Já Décio Lima (PT) soma 31,9%, demonstrando que a esquerda tem presença, mas enfrenta dificuldades para alcançar os líderes.
O deputado Gilson Marques (Novo) aparece com 10%, enquanto 13,8% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar. Outros 5,5% indicaram voto branco ou nulo, mostrando que ainda há espaço para movimentações ao longo do processo eleitoral.
Os números reforçam a leitura de que Santa Catarina tende a manter um perfil político mais conservador na disputa majoritária, com vantagem clara para candidatos ligados ao PL. Ao mesmo tempo, a parcela de indecisos indica que o cenário ainda pode sofrer ajustes conforme as candidaturas se consolidem e a campanha avance.