Maduro é preso pelos EUA após operação militar em Caracas

Maduro é preso pelos EUA após operação militar em Caracas
Ação inédita dos Estados Unidos captura líder venezuelano, aprofunda crise internacional e reacende debate sobre soberania na América Latina

Uma operação militar conduzida pelos Estados Unidos na madrugada deste sábado marcou um ponto de ruptura sem precedentes na política internacional da região. Tropas americanas atuaram diretamente em Caracas e em outros pontos estratégicos da Venezuela, resultando na captura do presidente Nicolás Maduro.

Segundo autoridades norte-americanas, Maduro foi retirado do país e levado sob custódia militar para responder a processos na Justiça de Nova York, onde é acusado de crimes ligados a narcotráfico, terrorismo e conspiração internacional. A operação também incluiu a detenção de sua esposa, Cilia Flores.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a ação foi realizada com o objetivo de “fazer valer a lei internacional” e combater organizações criminosas ligadas ao regime venezuelano. Em declaração pública, Trump disse que Maduro foi capturado sem baixas entre soldados americanos e que o futuro político da Venezuela será discutido “em novos termos”.

Explosões foram registradas na capital e em estados como Miranda, Aragua e La Guaira, levando o governo venezuelano a decretar estado de emergência e mobilizar as Forças Armadas. O espaço aéreo do país foi fechado, e voos civis foram suspensos por risco operacional.

A vice-presidente venezuelana Delcy Rodríguez, afirmou não ter informações oficiais sobre o paradeiro de Maduro e exigiu provas de vida do líder deposto. O governo classificou a ação como uma violação grave da soberania nacional e anunciou que recorrerá a organismos internacionais.

Do lado da oposição, a líder María Corina Machado celebrou a captura de Maduro e declarou que “a Venezuela entra em uma nova fase histórica”. Ela defendeu que Edmundo González assuma imediatamente o comando político do país, com reconhecimento internacional.

A ofensiva americana reacende um debate sensível na América Latina sobre intervenções externas, soberania dos Estados e os limites da ação militar em nome da democracia e do combate ao crime transnacional. O impacto político, econômico e diplomático do episódio ainda é imprevisível.