Política com conteúdo. Centro com clareza.
sexta-feira, 14 de agosto
Assinar
Agora
Rebeca Romero: “O campo que produz riqueza também precisa cuidar do agricultor”Partidos criam filtros contra candidatos ligados a facções após pressão do Ministério Público EleitoralFabiano Lana: “Fazer campanha para convertidos não fará de ninguém um vencedor”Juliana Brizola e Luciano Zucco empatam pelo governo do Rio Grande do Sul, diz pesquisa QuaestGracinha lidera, Vanderlan, Calil e Gayer empatam pela segunda vaga ao senado em Goiás, diz pesquisa
Política

Vírginia Fonseca se diz vítima de violência de gênero após ser vaiada no Maracanã e fala sobre ‘humilhação pública’

Por Brasil no Centro Publicado em 2 de junho de 2026 às 14:10 2 min de leitura
Compartilhar
Vírginia Fonseca se diz vítima de violência de gênero após ser vaiada no Maracanã e fala sobre ‘humilhação pública’

A influenciadora Vírginia Fonseca usou suas redes sociais para denunciar a violência de gênero sofrida durante uma partida de futebol no último domingo (31/5), no Maracanã. Através de um desabafo compartilhado pela sua agência de publicidade, Fonseca classificou os ataques que recebeu como uma “humilhação pública”.

“O que chamam de violência não é só física. Ela também se manifesta na humilhação pública, no ataque coletivo e no constrangimento transformado em espetáculo”, diz a publicação. O material destacou ainda que a violência contra mulheres nem sempre deixa marcas visíveis, mas pode impactar profundamente a autoestima, a liberdade de ir e vir e a participação social.

A postagem também trouxe dados da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada pelo DataSenado, mostrando que em 2025 cerca de 3,7 milhões de brasileiras sofreram algum tipo de violência e que 63% delas deixaram de sair de casa por insegurança. Fonseca reforçou que, embora discordar seja legítimo, desumanizar mulheres nunca deveria ser tolerado, e incentivou vítimas a denunciarem casos por meio do Ligue 180.

“A violência contra a mulher não começa com uma manchete. Ela começa quando o desrespeito é normalizado, quando a humilhação vira entretenimento e ataques são tratados como aceitáveis. Discordar é um direito. Mas nenhuma mulher deveria ser transformada em alvo de humilhação pública ou violência verbal. O respeito não deveria ser uma escolha; deveria ser o ponto de partida”, afirmou a influenciadora.