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Política

PT foi leniente com a criminalidade, diz Aécio Neves

Presidente do PSDB critica execução de fundos de segurança no governo Lula e defende políticas estruturadas para combater a criminalidade

Por Brasil no Centro Publicado em 9 de junho de 2026 às 10:15 2 min de leitura
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PT foi leniente com a criminalidade, diz Aécio Neves

O presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), afirmou em entrevista ao programa Canal Livre, da TV Band, que o governo do PT foi leniente no combate à criminalidade ao longo dos últimos anos.

Segundo o tucano, a execução de recursos destinados à segurança pública, como o Fundo Penitenciário Nacional e o Fundo Nacional de Segurança, ficou abaixo de 30% durante o período analisado, prejudicando a efetividade das políticas públicas.

Em sua análise, Aécio destacou que a gestão federal falhou em aproveitar instrumentos estratégicos e não se articulou com organismos internacionais de inteligência para enfrentar crimes transnacionais. “O governo do Lula não tomou a iniciativa de propor um pacto ou de articular a participação de organismos de inteligência norte-americanos nesse combate”, afirmou.

O presidente do PSDB ressaltou ainda que já em 2014 defendia a criação de um Ministério da Segurança e um projeto abrangente de proteção das fronteiras, garantindo a aplicação integral dos recursos públicos e fortalecendo as corporações policiais.

Segundo ele, a prioridade deve ser a gestão eficiente dos fundos, com foco na valorização profissional e na obtenção de resultados concretos no combate à criminalidade.

Aécio também criticou o modelo de administração da segurança adotado pelo PT, afirmando que a leniência contribuiu para que desafios estruturais permanecessem sem solução.

“O governo foi leniente, a meu ver, e não teve a percepção que deveria ter tido, pela sua diplomacia, de que essa era uma questão prioritária para o país”, declarou.

A entrevista reforça a posição de Aécio Neves no debate político nacional e sua proposta de reposicionar o PSDB no centro democrático, priorizando gestão eficiente, políticas de segurança estruturadas e responsabilidade fiscal. O tucano tem intensificado agendas políticas e debates sobre alternativas de governo em um contexto em que o país enfrenta desafios econômicos e sociais complexos.